ARTUR BERLET E DISCOS VOADORES
ARTUR BERLET E DISCOS VOADORES
Como seria se você, voltando para casa após um dia de trabalho, desaparecesse e retornasse apenas 11 dias depois, tendo sido abduzido e com uma história impressionante para contar?
Essa é a história de Artur Berlet, um tratorista que trabalhava na cidade de Sarandi no Rio Grande do Sul na década de 1960, acostumado à rotina pesada de trabalho, em plena estrada foi surpreendido por uma forte luz, vinda do céu, clareando todo o campo por onde ele caminhava.
Num primeiro momento pensou que se tratava de uma farol, ou um avião, mas a luz era tão intensa que ele não conseguia manter os olhos abertos, apenas enxergava a própria silhueta recortada, como se estivesse sendo banhado pelo sol. Em seguida tentou correr, mas não conseguiu, suas pernas não obedeciam e ele sentiu que seu corpo estava sendo puxado para o alto e depois, só escuridão.
Quando voltou a si, não estava mais naquela estrada, mas dentro de uma nave enorme, silenciosa, sem máquinas aparentes ou qualquer outra coisa que desse alguma indicação de ter sido construído por mãos humanas; as paredes estavam iluminadas por um brilho metálico e frio e eram curvas e o som parecia abafado, uma sensação de que o ar fosse mais pesado do que o nosso.
Ele começou a andar pelo ambiente, sentindo-se tonto e cambaleante, imaginando se aquelas imagens e tudo o mais era real ou um sonho, tateando as paredes com as pontas dos dedos para tentar compreender do que eram feitas.
Após alguns instantes, olhou para o final de um longo corredor e uma silhueta surgiu: um tipo humanóide, de uma estatura alta, firme, avançando lentamente em sua direção, como que o analisando, como quem observa um animal assustado.
Quando o estranho chegou mais próximo, saiu da intensa luz revelando o seu rosto, Artur concluiu que não se tratava de uma criatura hostil, mas também não conseguia compreender exatamente o que estava acontecendo.
A criatura, ou "ser”, tinha olhos grandes e azulados, a pele de um cinza claro, uma expressão calma, com gestos precisos, suaves e tranquilos. E nesse momento ele compreendeu que se tratava de um encontro e nesse momento a história começa.
Mesmo sentindo o corpo trêmulo, Artur sentiu que a criatura não era uma ameaça; o ser se aproximou vagarosamente, como quem não quer assustar e, ao parar diante dele, estendeu a mão como quem quer acalmar e, apesar de não ouvir quaisquer palavras, sentiu que estava seguro.
Artur, ainda assustado, começou a acompanhar aquele ser por longos corredores até alcançarem um amplo salão, bastante iluminado - embora não houvesse nenhuma fonte de luz - onde estavam diversos outros seres aparentemente trabalhando com símbolos, ferramentas e mapas que ele nunca havia visto antes.
Ele refletiu: nada aqui tem aparência que sequer lembre armas, guerras ou outra hostilidade, mas ao contrário, parecia mesmo uma estação científica, muito limpa, clara e organizada de maneira lógica e eficiente.
Após alguns instantes, Artur se deu conta de que não estavam mais na Terra e bastante assustado “ouviu” em sua mente as explicações daqueles seres de que a nave havia viajado para um mundo distante chamado Acart, habitado por eles, com cidades, regras e cultura próprias.
Mesmo sem entender a razão, eles queriam que ele visse aquelas cidades e seus habitantes, os veículos silenciosos, ruas largas e casas altas, as máquinas pareciam funcionar sem nenhuma combustão, não conseguia compreender como tal coisa era possível.
Ao mesmo tempo em que ele observava tudo com imensa curiosidade, ele também se sentia observado como se fosse uma curiosidade e, com o tempo, começou a compreender alguns gestos e sinais que possibilitaram a convivência. Com o passar dos dias, o medo cedeu lugar a uma sensação de aceitação.
Ao final de alguns dias ele foi levado de volta à nave e, novamente, a luz intensa surgindo diante dele, um calor intenso em seu corpo e, sem perceber, acordou e estava deitado no chão devolvido no exato local em que foi abduzido.
Artur se levantou, tonto, desorientado e bastante assustado, e uma única certeza de que tinha sido levado, esteve em outro mundo chamado Acart. Chegando em casa a família ficou muito preocupada, seus vizinhos duvidaram, haviam se passado onze dias sem nenhum rastro de seu paradeiro.
Apesar da incredulidade geral, ele tinha certeza de sua experiência e passou a escrever todas as suas lembranças, de todos os dias em que esteve fora, com a riqueza de detalhes que lhe foi possível naquela ocasião.
Até os dias de hoje, sua história permanece sem explicação e, seu livro traz informações tão detalhadas e impressionantes que não condizem com o grau de instrução de Artur que era uma pessoa simples.
Em seu livro, “Os Discos Voadores: Da Utopia à Realidade”, Artur Berlet descreve uma sociedade na qual não existia dinheiro, onde a tecnologia e todos os seres trabalhavam em harmonia pelo bem comum.
Em seus escritos, ele faz algumas previsões:
a possibilidade de um colapso ambiental e a contaminação do planeta;
superpopulação e esgotamento dos recursos naturais;
o risco de uma destruição global se o conhecimento tecnológico, no futuro, fosse usado para fins bélicos.
Importante ressaltar aqui que os acontecimentos narrados neste livro se deram em 1958 e, a primeira viagem à lua aconteceu apenas em 1961, e Artur relata que estando em Acart pôde ver os oceanos e relatou “a Terra é azul”, o que é no mínimo curioso. Em sua cidade, Sarandi foi construído um monumento em formato de disco voador em sua homenagem.
Dessa forma, a sua história é a mais interessante e com a narrativa mais detalhada que já foi registrada no Brasil, um relato tão extraordinário que não pode ser ignorado, e um livro muito interessante também.
Assista no YouTube a um documentário bastante interessante.
Assita no Youtube a um vídeo mais curtinho sobre o assunto.
Se preferir, pode ouvir um audio book, também no YouTube.
Você pode baixar o livro.
NASA - UNIDENTIFIED ANOMALOUS PHENOMENA Independent Study Team Report
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